Categoriespartículas de cinema

TU

“You” no seu título original, é uma cativante série da “Netflix Portugal” que irá certamente prender a atenção do espectador bem como repensar as suas definições de privacidade nas várias redes sociais que usa.

Penn Badgley, talvez mais conhecido pela participação na série “Gossip Girl”, interpreta “Joe Goldberg” um (aparente) simpático vendedor numa livraria. Tudo parece ser rotineiro nos seus dias até que lhe entra na loja uma cliente, “Guinevere Beck” interpretada por Elizabeth Lail das séries “The Good Wife”, “The Blacklist” e “Once upon a time” só para nomear alguns títulos.

Imediatamente Joe é atraído por esta bonita e simpática cliente, criando-se uma empatia entre ambos. Porém assim que Guinevere sai da loja, Joe começa a vasculhar a fundo (sem nenhum esforço especial) todas as redes sociais em que a sua cliente está registada, começando a descobrir todos os pormenores da sua vida, incluindo a sua morada.

A mente de Joe, inicia uma relação com esta mulher e começa a planear de uma maneira sinistra toda o futuro a dois sem que ela suspeite minimamente do que se está a passar. Claro que para isso ele terá de tirar alguns obstáculos do caminho da sua felicidade.

“You” não só é uma excelente série de apenas 10 episódios com um ambiente de “suspense”, mas também um alerta para a nossa falta de atenção acerca do que dispomos na internet, ignorando o nível de privacidade e o conteúdo que disponibilizamos para todo um público ver.

RMS

Categoriespart(í)culas mu(s)icais partículas de cinema

The show must go on…

Voltar a ver Freddy Mercury, através de Ramy Malek, no grande ecrã foi um momento mágico. “It´s a Kind of Magic” de alguém que marcou uma história, na música, na irreverência e na vontade de se expressar através do seu sonho de ser musico.

Li algumas criticas mais duras ao filme. Mas não é delas que quero falar, até porque este é um daqueles filmes que cada vai olhar para ele de forma diferente. Em especial aqueles que viveram esta época, que ouvem Queen e que sentem os Queen. Eu sou um deles. Tinha quase todos os vinys e cantava musicas como “Love of my life” ou “Who wants to live forever”, ” We will Rock You” ou “Radio Ga Ga”, entre tantas outras…e soletrava cada letra, cantava sózinho pelo corredor de casa…enfim, um adolescente que viveu os Queen, que admirava a voz de Freddy Mercury. E que ficou triste pela sua morte, precoce e a dar inicio aos fantasmas de uma doença letal que foi varrendo algumas figuras miticas da minha geração. 

Mas uma morte que foi dando lugar a inúmeros rumores sobre a vida de Freddy Mercury, que foram apagando silenciosamente o fenómeno genial como musico e compositor. Passadas várias decadas desde a sua morte, este filme traz acima de tudo, uma homenagem justissíma a uma lenda da musica. Como ele queria ser recordado. Como uma lenda, e não como uma mera vitima de SIDA ou pelas suas opções sexuais. Tudo o que saía da musica pertence ao seu elo extritamente privado.

Fiquei contente, como amante da música dos Queen, que o reconhecimento chegue pelo grande ecrã.

E fica a voz inconfundível de alguém que nasceu para mudar o rumo da musica no mundo, e nas gerações.

You Are the Champion.
Categoriespartículas de cinema

Ozark

Hoje venho falar-vos de uma série que está a ser transmitida na NetFlix e já vai na segunda temporada e foi recentemente renovada para a terceira. Trata-se de “Ozark” com Jason Bateman e Laura Linney nos principais papéis. 

Bateman sempre nos habituou a um registo mais cómico em filmes e séries mais “leves”, por isso é um bocado surpreendente vê-lo (muito bem) neste registo mais sombrio e dramático.

Ele é um especialista em “lavar dinheiro” que depois de ter tido alguns problemas com um poderoso barão de droga, vê-se obrigado a ir para uma pequena localidade, chamada “Ozark” e aí “lavar” 500 milhões de dólares. Jason, ou Marty Byrde (o nome do seu personagem) arrasta consigo a sua família que o segue contrariada. A partir daí a sua vida nunca mais será a mesma e Marty além dos seus problemas normais de “gestão de dinheiros alheios” vai ser também um autêntico gestor de crises que lhe irão ocupar todo o tempo disponível e por à prova a sua paciência e habilidade.

Fui surpreendido com uma excelente primeira temporada e pensava que a segunda não lhe iria chegar aos calcanhares, mas fui de novo surpreendido pela qualidade do argumento que com algumas reviravoltas, nos vai agarrando e leva-nos a querer ver imediatamente o episódio seguinte.

Aguardemos pela terceira parte deste drama.

RMS

Categoriespartículas de cinema

Aproxima-se o Outono…

Calma, sei que ainda estamos com tempo de Verão, mas a verdade é que a época de Outono aproxima-se a passos largos e quando dermos conta já as folhas estão a cair das árvores.
Nesse sentido, trago hoje duas sugestões cinematográficas, uma clássica e que outra que ainda não estreou. Comecemos pela mais antiga, então.
Com o Outono já se sabe que chega também o início de mais um ano lectivo que é precisamente a temática da minha primeira sugestão, o clássico “O clube dos poetas mortos” de 1989.
 

Recheado com um grande naipe de actores, a começar pelo gigante Robin Williams numa fantástica interpretação como o professor John Keating que vai leccionar uma turma onde podemos encontrar Robert Sean Leonard talvez mais conhecido pela sua participação na série “Dr House”, Ethan Hawke conhecido pelo filme “Dia de treino” por exemplo e Josh Charles, conhecido pelo seu papel do advogado “Will Gardner” na série “The Good wife”, entre outros actores.
Robin Williams aqui interpreta um professor de inglês numa escola clássica nos anos 50 com regras muito rígidas. O “Professor Keating” encoraja os alunos a pensarem “fora da caixa”, a serem originais ao mesmo tempo que lhes dá a a conhecer “O clube dos poetas mortos” que irá mudar para sempre a vida dos alunos e a maneira como estão habituados a ver o mundo. Como seria de esperar, o desafiar de regras históricas nesta escola não irá cair bem entre algumas pessoas com um pensamento mais clássico nomeadamente o director que tudo fará para que as coisas voltem ao normal e tradicional.
Este brilhante drama ganhou vários Óscares em 1990, para melhor argumento, melhor filme, melhor direcção e é claro, melhor actor principal para Robin Williams que festejou efusivamente. A não perder por quem gosta de bom cinema.
Avancemos agora para 2018, quando estreará aquele que será o último filme de outro “gigante de Hollywood”, o Sr Robert Redford.

                                     

Intitulado “The old man & the gun”, este filme que só poderemos ver dia 8 de Novembro em Portugal é baseado na história verídica de Forrest Tucker um criminoso de 70 anos que conseguiu fugir da conhecida prisão de “San Quentin” e que executou uma série de golpes evitando as autoridades. De momento encontra-se nomeado para dois prémios, no festival de cinema de Londres e de Toronto. Segundo Robert Redford será a sua despedida do grande écran, o que por si só já dá um bom motivo para ver esta película. Conta também com a participação de Sissy Spacek, Cassey Affleck e Danny Glover, entre outros.
Espero que apreciem as minhas sugestões. Bom cinema.
RMS

Categoriespartículas de cinema

O Predador e O Predador


 
O original, de 1987, chama-se “Predator”, o deste ano é “The Predator”, mas infelizmente a diferença não está só no nome.A qualidade de ambos é muito díspar, com vantagem para o antigo. Já agora, em Portugal partilham o título, “O Predador”.
Têm algo mais em comum, Shane Black, ator no primeiro, realizador deste último. E talvez este seja o problema do filme. Black, parece-me, tentou evocar em demasia o original, até na música. O tom geral é o mesmo, um grupo de militares atrás de um monstro na selva, ou floresta, mas a esta equipa falta-lhe carisma, nomeadamente se pensarmos em Schwarzenegger. Depois há exageradas tentativas de humor, por norma mal sucedidas, o que é estranho se pensarmos que o realizador foi o autor dos bem conseguidos “Bons Rapazes” e “Homem de Ferro 3”, onde se mistura com talento humor e ação.
Mas, principalmente, acho que há predador a mais. Eu explico, no primeiro filme o visitante do espaço assusta mais pela ausência do que pela presença, sabe-se que anda por lá, mas pouco se deixa ver. Talvez o acesso a melhores efeitos tenha levado Black a querer mostrar o monstro. Cai no exagero e o que se ganha em ação pura e dura perde-se em emoção. E depois há uma pretensão de explicar a presença dos predadores na Terra, mas às vezes mais vale ir pelo simplicidade, como em “Predadores”, que resultou bem melhor. Em suma, “O Predador” de Black é um interessante filme de ação, mas igual a tantos outros, não honrando a saga.
Visto isto, muitos anos depois aproveitei para rever na TV o primeiro, de Schwarzenegger, e posso dizer que o filme envelheceu muito bem. Agora, segue-se “Rocky IV”, pois desde que descobri que Dolph Lundgren é um engenheiro químico que ganhou uma bolsa no MIT, e uma pessoa naturalmente simpática, resolvi dar-lhe uma segunda oportunidade. E vou preparando terreno para “Creed 2”, que chega daqui a dois meses.    
Categoriespart(í)culas li(t)erárias partículas de cinema

Comic Con para totós


Calma, com isto não estou a querer dizer que a Comic Con é para totós. Quero, sim, dizer que este texto poderá servir para explicar aos leitores totós nesta matéria o que é a Comic Con.
Refiro-me, especificamente, à Comic Con Portugal, que ocorreu aqui há dias (6 a 9 de setembro de 2018) no Passeio Marítimo de Algés. Comic Con há muitas, sendo a mais famosa a de San Diego (EUA), cuja primeira edição já ocorreu em 1970. A «nossa» é bem mais nova, vai na sua 5.ª edição (as primeiras quatro foram na Exponor, no Porto, ou Matosinhos, ou Leça da Palmeira, como preferirem… distrito, concelho, freguesia.)


É incontornável… é um sucesso. Este ano, mais de 108 mil visitantes, batendo de novo o recorde, como sempre tem acontecido após a primeira edição. Mas o que levará tanta gente a este evento, que se considera a si mesmo um festival de cultura pop, onde todos podem ser o que pretendam ser? Muita coisa: estrelas internacionais de cinema e TV (este ano vieram Dolph Lundgren e Nicholas Hoult, por exemplo, e em edições anteriores passaram pela Exponor nomes como Cobie Smulders, Morena Baccarin, Daniela Ruah e Clark Gregg), autores de comicse BD (só nesta última edição passaram por lá Chris Claremont e Mauricio de Sousa – sim, esse mesmo, o criador da Mónica – que atraíram multidões quais estrelas de TV), cosplay(onde as pessoas se vestem das suas personagens preferidas, seja de filmes, jogos, livros, tudo), gaming, jogos de tabuleiro, exposições, etc., etc., etc. Tudo lá cabe. Nota: Não se inibam se um dia forem à Comic Con e pretenderem fotografar os cosplay, eles fazem gosto e fazem pose. Estão lá para isso, é a sua coroa de glória, serem apreciados pelos “civis”. E não se inibam também com os autógrafos.


Há sempre muitas sessões com autores de BD e escritores e são sempre boas oportunidades para um contacto mais direto entre artistas e fãs. Quem se dispuser a esperar sairá da fila satisfeito, com um desenho de um dos seus heróis, pois para quem não sabe há vários ilustradores portugueses a desenhar para editoras como a Marvel e DC Comics. E o melhor é que são por norma simpáticos e solícitos. E, depois, vêm sempre muitos estrangeiros de renome, também eles simpáticos e solícitos. Aviso, já que se fala de autógrafos. Quase sempre os autógrafos dos atores de cinema e TV são pagos, tal como as fotos que os fãs podem tirar.

Mas, principalmente, penso que as pessoas vão pelo ambiente e/ou atmosfera. Uma das atividades preferidas dos visitantes, penso que não errarei em afirmá-lo, é passear pelo meio de tudo, das pessoas, dos stands, das lojas, observando, conversando, trocando ideias… ou cartas.

Estive presente em todas as edições e nunca vi sequer uma discussão mais acesa, quanto mais pancada. Num espaço onde circulam por dia muitos milhares de pessoas, é obra. Aliás, basta ver diariamente a enorme fila ordeira à entrada do evento quando se abrem as portas para se perceber que o ambiente é pacífico. Basicamente, é uma festa onde as pessoas pretendem mesmo divertir-se e passar bons momentos. Desde famílias a grupos de amigos, passando por solitários, todos convivem num ambiente de festa permanente.

E não faltam atividades que lhes possibilitem isso mesmo, rentabilizando assim os preços dos bilhetes. Desde painéis para ouvir falar os artistas, sessões de autógrafos, apresentações de livros ou filmes ou séries, há de tudo. 


Mas um dos momentos altos do evento é, sem dúvida, a atuação da Lisbon Film Orchestra, que leva ao palco temas de filmes marcantes como Star Wars, E.T., Senhor dos Anéis, Piratas das Caraíbas, etc. O público faz fila, enche o auditório pelas costuras e aplaude freneticamente. Parece um concerto pop/rock, tal o entusiasmo, de músicos e plateia. 
Como já referi, na edição deste ano de 2018 houve 108 mil entradas no evento, pelo que quem contava com um fiasco na esperança de um regresso ao Norte pode, pelo menos para já, tirar o cavalinho da chuva. Houve algum azedume (e até raiva) nas redes sociais devido à transferência do evento da Exponor para o Passeio Marítimo de Algés, mas a verdade é que se trata de um evento de iniciativa privada. Privados vão para onde se sentem melhor, o problema está a montante. Toda a gente tem o direito a lamentar-se, irritar-se e queixar-se, mas as diferenças de tratamento Norte-Sul, Interior-Litoral, não começam nos privados. O Estado tem de dar o primeiro passo, o resto virá com naturalidade. San Diego é longe da capital Washington, certo?


(Fotos de Luana e Rui Azeredo)
Categoriespartículas de cinema

Todos suspeitos



“Bajo sospecha”, “Todos suspeitos” em Português, é uma série espanhola que é transmitida na “SIC Radical”. Na primeira temporada desta série, numa pequena localidade, uma criança desaparece na festa da sua primeira comunhão. Numa família grande, todos são suspeitos e todos têm algo a esconder. Uma história repleta de suspense e mistério que revelará pouco a pouco, os motivos que cada um tem para cometer este crime. Bons actores com boas interpretações. Se gostaram da “Casa de papel”, têm aqui outra série de elevada qualidade, a não perder.

Categoriespartículas de cinema

Perdidos no espaço pelo Et(h)eriano Rui Sousa

Recentemente terminei de ver a primeira temporada da série “Lost in Space” (Perdidos no Espaço) que está a ser transmitida na Netflix portuguesa.
Trata-se do “remake” de um original de 1965 e que também teve uma adaptação em 2004.
Nesta história de 2018 que se passa daqui a 30 anos, a humanidade está pronta para colonizar novos planetas. Assim sendo, lança uma nave que contém, entre outros, famílias escolhidas para dar início a uma nova e melhor(?) sociedade. Deste grupo, destaca-se a família “Robinson” que são as pessoas centrais desta aventura espacial.
Durante esta viagem, algo corre mal e há um desvio na rota traçada. Vários veículos, cada um com uma familia, separam-se da “nave-mãe” e rapidamente os Robinsons lutam pela sobrevivência enquanto se dirigem para um planeta desconhecido.
Ao aterrarem num terreno com clima inóspito, mas habitável, terão de tentar compreender o que os rodeia, onde estão, quem mais terá terá conseguido chegar e mais importante… o que aconteceu?
Depressa irão descobrir que não estão sozinhos e que vão ter que lutar muito para superarem obstáculos complicados.
Como se isso não bastasse, ainda iremos conhecer uma tal de “Dra Smith” que irá dificultar muito a vida aos nossos heróis e um poderoso robot que irá ser um precioso aliado e protector do mais jovem elemento dos Robinsons.
Uma série repleta de acção, aventura, mistério e muito ritmo mas com uma história bem elaborada e consistente. Cada episódio tem a sua dose q.b. de “stress” para os personagens principais e haverá alguns “flashbacks” para entendermos melhor determinadas situações.
A não perder, não só por fãs de ficção científica, mas por quem aprecia uma boa história de aventura
Categoriespartículas de cinema

Perdidos no Espaço

Recentemente terminei de ver a primeira temporada da série “Lost in Space” (Perdidos no Espaço) que está a ser transmitida na Netflix portuguesa.
Trata-se do “remake” de um original de 1965 e que também teve uma adaptação em 2004.
Nesta história de 2018 que se passa daqui a 30 anos, a humanidade está pronta para colonizar novos planetas. Assim sendo, lança uma nave que contém, entre outros, famílias escolhidas para dar início a uma nova e melhor(?) sociedade. Deste grupo, destaca-se a família “Robinson” que são as pessoas centrais desta aventura espacial.
Durante esta viagem, algo corre mal e há um desvio na rota traçada. Vários veículos, cada um com uma familia, separam-se da “nave-mãe” e rapidamente os Robinsons lutam pela sobrevivência enquanto se dirigem para um planeta desconhecido.
Ao aterrarem num terreno com clima inóspito, mas habitável, terão de tentar compreender o que os rodeia, onde estão, quem mais terá terá conseguido chegar e mais importante… o que aconteceu?
Depressa irão descobrir que não estão sozinhos e que vão ter que lutar muito para superarem obstáculos complicados.
Como se isso não bastasse, ainda iremos conhecer uma tal de “Dra Smith” que irá dificultar muito a vida aos nossos heróis e um poderoso robot que irá ser um precioso aliado e protector do mais jovem elemento dos Robinsons.
Uma série repleta de acção, aventura, mistério e muito ritmo mas com uma história bem elaborada e consistente. Cada episódio tem a sua dose q.b. de “stress” para os personagens principais e haverá alguns “flashbacks” para entendermos melhor determinadas situações.
A não perder, não só por fãs de ficção científica, mas por quem aprecia uma boa história de aventura
Categoriespart(í)culas mu(s)icais partículas de cinema

canal et(h)er dos dias no vimeo


Hoje inauguramos outra peça deste projecto.
O canal do et(h)er dos dias no Vimeo.
Através do simbolo do VIMEO que encontrão  no lado esquerdo, nas ligações directas, no V. Depois é só escolherem os meus Likes do lado esquerdo também ( isto já na pagina do Vimeo).
Irão futuramente encontrar videos meus, como pequenos filmes, reportagens das entrevistas do podcast, etc.
Mas irão também encontrar canais de pessoas que trabalham muito com cinema, com documentários, com musica, com teatro, etc.
E precisamente para começar, eu escolhi o canal do Michal Marczak. Nascido em 1982, na Polonia, Michal é cineasta/ director de fotografia, e realizou trabalhos como o videoclip dos Radiohead “I promisse”. Outros trabalhos foram conduzidos por Michal quer com os Radiohead, quer com Tom Yorke, como “Beautiful People ( Under the Sun)” onde Tom trabalhou com Mark Pritchard.
O seu ultimo trabalho, “All These Sleepless Nights”  foi premiado em 2016, no Festival de Sundance, com o premio de melhor realizador.
Deixo-vos com o trailer desse mesmo filme.


Espero que gostem desta primeira escolha. O canal vai ser assim, com uma escolha e com muito mais a mostrar. Descubram e divulguem.
O canal é no simbolo do V.