Categoriespartículas de cinema

Chernobyl

A plataforma de streaming HBO Portugal, tem claramente um catálogo inferior ao da concorrente Netflix Portugal, mas também consegue surpreender com séries de boa qualidade. É o caso de “Chernobyl” actualmente em exibição .

A geração dos anos 80 não se esquecerá certamente deste trágico evento na central nuclear de Chernobyl na união Soviética no mês de Abril de 1986.

Esta mini série relata os acontecimentos que levaram ao desastre e como os soviéticos lidaram com isso de uma maneira muito branda, quase surreal, antes de se saber as verdadeiras dimensões da catástrofe.

Trata-se de uma produção americana e britânica, por isso os diálogos são em inglês mas foi mantida a língua russa nas transmissões das televisões e rádios, durante os episódios.

Esta história é um bocado assustadora não só porque é um evento real mas também porque embora tenha sido há muitos anos, ainda hoje faz sentir os seus efeitos nas pessoas e no ambiente, e assim será durante muito e muito tempo, infelizmente.

Uma mini série muito bem feita, com um bom ritmo no desenvolvimento da história, bons (e interessantes) personagens e com uma sequência de eventos que agarra o espectador mantendo um bom ritmo e suspense enquanto nos leva a conhecer melhor as pessoas que lidaram com tudo isto e como (algumas) se sacrificaram (ou foram sacrificadas) para salvar milhões.

Este acontecimento criou na época o receio da energia nuclear que ainda não estava bem dominada e lançou o debate sobre se deveria continuar a ser desenvolvida ou não. Um debate que ainda ocorre hoje em dia, talvez com menor intensidade.

A elevada pontuação de 9.7 (na altura em que escrevi esta crónica) no conhecido site IMDB, com mais de 70 000 votos, só demonstra que vale a pena tirarem um tempo para seguir os cinco episódios.

Boa visualização

RMS

Categoriespart(í)culas so(l)tas partículas dos dias

Remédio para Cre(s)cer

Como ser o que você quiser

A infância é realmente um período mágico de nossas vidas. Pelo menos ela tem o poder de ser. Quando, mais à frente, conectamos os pontos, concluimos que mesmo as coisas ruins que eventualmente aconteceram quando éramos crianças tiveram papel fundamental na nossa formação. 

Existem teorias contrárias em relação a isso. Não vou ousar tentar explicar. Nem tenho formação e conhecimento suficiente para isso. Mas em uma conversa entre amigos, que é o que busco com meus textos, posso “falar por alto”. Se minha explicação não servir para nada, pelo menos meus amigos portugueses aprenderão uma expressão comum aqui no Brasil: “falar por alto”, que quer dizer, abordar o assunto sem muita profundidade.

Existe uma corrente que acredita que a personalidade humana é formada sob forte influência das experiências que se inciam na infância. No entanto, existe outra corrente que defende que o meio social e a preocupação do indivíduo em alcançar objetivos preestabelecidos são os determinantes básicos do comportamento humano. É uma teoria interessante, embora eu não concorde totalmente com ela. Se quiser saber um pouco mais sobre isso, leia o livro “A coragem de não agradar” de Ichiro Kishimi e Fumitake Koga. Vale à pena.

As duas teorias, assim como quase tudo na vida, tem seus riscos se forem usadas de maneira errada. Por exemplo, se você acreditar que tudo na sua vida que não está de acordo com o que você gostaria, for culpa da criação que você teve na infância, estará se isentando de qualquer responsabilidade no processo de evolução.

Sou um defensor ferrenho da autorresponsabilidade. Este inclusive é o tema do primeiro  capítulo do meu livro “Remédio para Crescer”. Acredito que assumir a responsabilidade por tudo que acontece na sua vida potencializa suas chances de crescer. Em todas as áreas: financeira, emocional, pessoal, profissional, etc.

“Tudo bem João, mas até agora você não falou como ser o que você quiser.”

Ok amigos. Vou conectar os pontos.

A infância é um período mágico porque as crianças tem a capacidade de imaginação operando à todo vapor. À medida que nos tornamos adultos vamos sendo bloqueados, ou melhor, sendo coerente com meu conceito de responsabilidade, nos bloqueamos e deixamos de imaginar e ter sonhos grandes. Chegamos a nos sentir ridículos e exercemos uma autocrítica punitiva.

Quando crianças sonhávamos ser muitas coisas: atletas, artistas, astronautas, bombeiros e muitas outras. No entanto, poucos conseguiram realizar estes sonhos. Não vou entrar no mérito do porque. Mas vou te contar um segredo: VOCÊ AINDA PODE SER O QUE VOCÊ QUISER. Independente se tem 18, 30, 40 ou 60 anos.

Sabe como?

Vivendo uma vida criativa.

Viver uma vida criativa é usar a imaginação a seu favor. É se livrar dos bloqueios que nos foram impostos ou que nós mesmos criamos. É poder ser o que você quiser.

Você pode ter uma profissão que não tenha nada a ver com o que você queria ser quando era criança. Mas nada te impede de se envolver em alguma atividade extra que tenha alguma ligação com seus sonhos de infância.

O executivo que queria ser ator, pode se matricular em um curso de teatro, aprender algumas técnicas aos sábados, participar de uma peça amadora e se divertir com isso, sem o peso de que esta atividade seja o seu prato de comida.

A dentista que queria ser bailarina, pode frequentar aulas de ballet à noite duas vezes por semana, vivenciar este ambiente, ouvir a música, sentir seus músculos trabalhando nos movimentos e se imaginar voltando de um grande espetáculo no carro, no caminho de casa.

O estudante que se encantava com o circo quando criança, pode fazer aulas de circo e se divertir muito sendo o malabarista ou o palhaço. 

Eu sou um escritor best seller com meu livro, o jornalista de artigos impactantes quando escrevo e posto nas mídias. Sou o Michael Phelps treinando na aula de natação do sábado de manhã. O Rafael Nadal aprimorando a técnica na aula de tênis. Sou um diretor de TV, ator, apresentador e criador de conteúdo ao fazer os vídeos do meu canal do Youtube.

São poucas horas da minha semana. Poucas mas suficientes para que eu seja feliz. Para que eu seja o que eu quiser ser. Para que eu viva uma vida criativa.

Não ignore a sua imaginação. Não deixe que a criança que você ainda é, morra. E não use a falta de tempo como desculpa.

Se você não tem tempo para viver, você já morreu.

“Cresça” com saúde.

Abraços do Brasil

João Carlos Porfírio

João Carlos Profírio assina Remédio para Cre(s)cer
Categoriespartículas de cinema

Killing Eve

Sandra Oh, conhecida pela sua participação na série “Anatomia de Grey”, interpreta aqui uma agente do Mi5 que faz sobretudo trabalho de secretária, chamada “Eve”.

Do outro lado temos “Villanelle”, uma assassina profissional que é apaixonada pelo que faz. Uma verdadeira mestre do crime que encara cada missão como um jogo, bem planeado.

“Eve” ambiciona mais do que estar a ver papéis na sua mesa de trabalho, por isso dedica-se de corpo e alma a capturar esta criminosa dê por onde der.

Rapidamente inicia-se um verdadeiro jogo do “gato e do rato” no qual é iniciada uma perseguição sem tréguas.

Esta agente, além da dificuldade natural de conseguir apanhar tão imaginativa fora da lei, ainda vai ter de enfrentar obstáculos que não estava a prever encontrar, colocados por pessoas em quem julgava poder confiar.

Quem está do lado certo da lei? Não confiar em ninguém, podia ser a frase-chave desta história.

Para ver na plataforma de streaming “HBO Portugal”. Primeira temporada completa já disponível, bem como alguns episódios da segunda temporada que está a decorrer.

RMS

Categoriespart(í)culas li(t)erárias

(Re)visão

Sucesso, onde começa?

Quando andava na escola primária, a minha professora costumava pedir para sublinharmos as palavras difíceis, sempre que liamos um texto na aula. Não faço a mínima ideia se a palavra sucesso terá ou não aparecido em algum texto ao longo daqueles preciosos quatro anos e também não consigo afirmar com segurança se a sublinharia ou não.

Muitos anos depois da escola primária, além de dar conta que o tempo voou depressa demais, dou também conta que a palavra sucesso é hoje uma daquelas que merece ser sublinhada ou até mesmo sombreada com uma daquelas canetas fluorescentes da moda. De facto, o sucesso é algo extremamente difícil de ser definido.

Será muito pouco dizer-se que ele é apenas uma consequência de alguma coisa pela qual lutámos e dizer-se que ele é o contrário do fracasso ou o resultado da persistência. Será também insuficiente dizer-se que o sucesso é apenas a base da confiança ou o resultado de um negócio bem-sucedido, reconhecimento ou recompensa material.

A palavra sucesso, além de difícil de ser explicada, será demasiado grande para conseguirmos definir onde começa e onde acaba, onde está e onde não está, quando faz parte da vida real ou apenas dos sonhos. Complica-se ainda mais quando todos vivemos e sonhamos de forma diferente, começamos de forma diferente e, sobretudo, damos importância a coisas diferentes.

Na verdade, sublinhamos a palavra sucesso da forma como muito bem entendermos e quisermos.

Da minha parte, a idade foi-me ensinando a sublinhá-la a todas as horas do dia, do mês, do ano. Não apenas porque me lembro da escola primária, mas porque enquanto vou tentando encontrar o seu significado, recebo telefonemas de pessoas de quem gosto e que me convidam para um café ou para almoçar ou jantar. Também porque o meu médico, depois de um exame, me vai dizendo que talvez não morra amanhã e isso vai-me permitindo sorrir mais algumas vezes, também por ver outros a sublinharem a mesma palavra exatamente à mesma hora, sorrindo também.

Hoje acordei, estava um sol maravilhoso e não me doía parte nenhuma do corpo. A meio da manhã bebi um café, comi uma nata e enquanto sublinhava a palavra sucesso fui-me lembrando de sublinhar também a palavra afeto. 

Será que o sucesso começa no coração?

O José Rodrigues assina os artigos (Re)visão.
Categoriespart(í)culas so(l)tas partículas dos dias

Remédio para Cre(s)cer

O Poder das conexões

Caros amigos de Portugal,

Começo hoje uma jornada muito especial. Com muita alegria recebi o convite do meu amigo Carlos Almeida para participar da página Et(h)er Live compartilhando minhas ideias periodicamente. Um desafio e tanto, pois além da responsabilidade de manter o alto nível de conteúdo que a página possui, escrever em “Português do Brasil” para nativos de um português tão bem elaborado e me fazer entender pode parecer intimidador.

Mas como eu adoro desafios, aceitei o convite logo de cara. Não apenas pelo desafio, mas principalmente pela oportunidade de CONEXÃO. Volto a este tema em alguns instantes. Antes, permitam que eu me apresente, como manda a boa educação.

Meu nome é João Carlos Porfírio, tenho 45 anos, casado, um filho (aqui vale um capítulo inteiro para falar, pois o “Gordinho” é realmente um capítulo à parte. Prometo falar mais à respeito no futuro). Trabalho na indústria farmacêutica há quase 20 anos, também sou Coach de Carreira e Analista Comportamental. 

No ano passado, escrevi e publiquei meu primeiro livro: Remédio para Crescer, que dá título ao meu espaço aqui na Et(h)er Live. Quase 700 pessoas já leram o meu livro e confesso que o melhor de toda essa jornada como “escritor” foram as conexões que fiz. Me tornei amigo de muitos leitores e com bastante frequência trocamos mensagens e conversas excelentes.

E é justamente sobre CONEXÃO que eu gostaria de falar hoje. Nada mais propício, uma vez que estamos nos conectando pela primeira vez. 

Vou tentar ilustrar minha concepção de CONEXÃO com 3 situações que aconteceram muito recentemente. Ao final você vai compreender meu ponto de vista.

Exemplo 1:

Há algumas semanas, estava procurando um apartamento para alugar em São Paulo, pois estou em um processo de Job Rotation e preciso ficar durante toda a semana na cidade. Ao chegar ao local, o porteiro do prédio não nos deixou entrar porque a imobiliária não havia agendado. O Corretor que me acompanhava começou a discutir de maneira hostil com o porteiro e, neste momento, já percebi que não conseguiríamos entrar. O tal Corretor, ao mostrar nenhuma habilidade em se relacionar cordialmente diante de uma situação de stress, destruiu qualquer chance de estabelecer Conexão.

Exemplo 2:

Sempre vou ao Correio do Shopping próximo à minha casa para despachar meus livros. Na maioria das vezes, a mesma pessoa me atende. Sempre conversamos e procuro conhecer um pouco da vida dela, com real interesse. 

Há algumas semanas precisei trocar um sapato que havia comprado pela internet e tinha que enviar pelo Correio. Eu não tinha a embalagem e muito menos sabia como embalar corretamente. Meu amigo atendente do Correio do Shopping, sem que eu pedisse, se ofereceu para me ajudar e, em menos de 5 minutos, conseguiu resolver um problema que eu provavelmente demoraria no mínimo uns 30  minutos.

Exemplo 3:

Precisei de uma segunda via de um documento de um Banco e me lembrei que um amigo que conheci através da internet e com o qual sempre converso sobre carreira e desenvolvimento  trabalhava em uma outra agência deste mesmo Banco. Mandei uma mensagem pedindo orientação sobre como deveria proceder e ele se negou a dar a orientação. Ele fez muito mais. Ele resolveu tudo pra mim através das conexões que ele tinha no Banco.

Estes exemplos podem parecer normais e, provavelmente, você também passou por situações iguais. Mas, fazendo uma engenharia reversa da situação, é possível achar o motivo dos fatos terem se desenrolado desta forma. Sempre procurei me interessar pelas pessoas de maneira genuína. Me importando verdadeiramente com elas. Procuro contribuir com todos que me relaciono sem querer nada em troca. Acredito de verdade que quando você faz o bem, ele retorna pra você. “Give a little love and it all comes back to you.” E mesmo assim, não faço o bem para que o universo me retorne. Faço porque é o que tem que ser feito.

E este é o poder das conexões. O poder de transformar o mundo em um lugar melhor para todos. Já dizia José Datrino, o Profeta Gentileza: “Gentileza gera gentileza”. Quando trazemos valor para as pessoas, estamos trazendo abundância para nossa vida, estamos transformando o mundo, estamos nos conectando.

Estarei aqui sempre procurando gerar valor para meus novos amigos portugueses e também para os amigos que já me seguem. E você? Como tem cuidado das suas CONEXÕES? Que tal surpreender alguém esta semana e fazer algo que torne o mundo melhor? Te vejo no próximo artigo .

“Cre(S)çam” com saúde. Abraços do Brasil

João Carlos Profírio assina Remédio para Cre(s)cer
Categoriespart(í)culas so(l)tas partículas dos dias

(In)Certezas


O que queres ser quando fores grande?

– Professora.

Pergunta recorrente no discurso dos professores quando chegamos pela primeira vez à escola: o que queres ser quando fores grande?Também eu não poderia ser exceção e fui convidada a responder, num ambiente de grande entusiasmo e euforia, que caracteriza este primeiro contacto.

Naquela altura, não tinha grande conhecimento do que queria ensinar, residia apenas a consciência inocente de que queria partilhar o que tinha aprendido, intencionando conviver constantemente com novas ideias, diferentes posturas e objetivos distintos, na ânsia de uma maior e melhor construção pessoal. Desconhecendo, ainda, a essência da arte de ensinar, reconhecia no professor um mentor para a vida, cabendo-lhe a palavra certa para qualquer contexto. E a bagagem que o professor Amâncio me deixou, naquela primeira aprendizagem, revelou-se memorável e inesquecível, capaz de me ir provocando sorrisos no rosto sempre que a “sacola” se agita.

Depois de algumas opções curriculares, o percurso revelou-se objetivo, imbuído de desígnios definidos e sonhadores, num ambiente profissional plural e exigente, mas, ao mesmo tempo, muito prometedor, não só porque visionava a garantia de um vasto leque de relações humanas, mas sobretudo porque me permitiria percorrer, continuamente, o caminho da aprendizagem, apanágio de qualquerlocus educativo.

Volvidos alguns anos, aqueles que foram mesmo necessários, pois acabou por ser uma “viagem” rápida, concretizei o meu sonho. Feliz, com muitas premissas na pasta, recheadas de vários princípios e entretecidas de sentimento, entrei pela primeira vez na escola como professora, certa de que iria contribuir para o crescimento daqueles por quem tinha ultrapassado tantos obstáculos – os meus alunos. Ambicionava mudar a escola, principalmente o esquema das relações entre professores e alunos, pois, neste papel, ou porque a minha timidez falava mais alto, ou porque os costumes eram outros, não conquistei grandes momentos de diálogo e de partilha com os meus professores. Pretendia exatamente o contrário, construindo pensamentos que privilegiassem tudo menos o silêncio, a inação, o desencanto, o pessimismo ou a deceção daqueles que se encontravam a construir os seus sonhos.

Claro! A escola mudou, as perspetivas de futuro metamorfosearam-se em pequenas (ou grandes…) feras de um bosque assombrado pelos que não percebem nada deste projeto, aqueles que desconhecem, ou fingem desconhecer para criticar, as verdadeiras razões dos profissionais que não contabilizam as horas utilizadas na construção dos saberes, que desempenham tantas “profissões” ramificadas, que oferecem o seu tempo para o crescimento de todos e de cada um.

Agora, no centro de um ambiente um pouco debilitado, os professores continuam a “sonhar”, aguardando o reconhecimento da sua ação, considerada basilar no processo de evolução da humanidade. Sem dúvida que o verdadeiro reconhecimento será sempre encontrado no polo mais importante deste processo – os alunos. É por eles que lemos e relemos normativos, redigimos e arquivamos (por vezes, sem ninguém ler…) documentos e mais documentos, é por eles que continuamos a construir discursos promissores, encorajadores, regados com energia, expectando futuros auspiciosos e construtivos.

A Professora…

Graça Rocha assina (In)Certezas.
Categoriespart(í)culas so(l)tas partículas dos dias

Uma Nova E(r)a…um Novo Equ(i)librio

Hoje apresentamos a Vida, o Amor, as Ligações, as Pessoas, as Ideias, os Preceitos, os Sons, os Objectivos, os Caminhos, os Universos…
Hoje apresentamos uma nova Era…a Era do Et(h)er, a Era do Eq(u)ilibrio…
Be Et(h)er, Be T(h)ere.
Bem vindo a esta Nova Era.

Fixem esta nova ideia. O Espaço, os Textos, os Conceitos, os Artigos, os Autores, as Reflexões, as Mudanças.

Fixem João Carlos Porfírio.

João Carlos Porfírio é Gerente de Vendas Oncologia na Bristol Myers-Squibb e lidera equipes de alta performance há 10 anos.

Tem uma vivência de 19 anos na área comercial de grandes multinacionais da indústria farmacêutica como Roche e Bristol.

Coach formado pelo Instituto Gerônimo Theml, tem como diretriz do seu trabalho e propósito de vida, ajudar as pessoas a se desenvolverem e assim conseguirem ser mais felizes em suas profissões e nas suas vidas.

Desenvolve um trabalho de compartilhamento de conteúdo para desenvolvimento profissional através de suas redes sociais LinkedIn, Instagram, Facebook e Youtube, contribuindo para transformar os ambientes corporativos através da capacitação das pessoas.

O João Carlos vai ser responsável pelo artigo Remedio para Cre(s)cer

Fixem Graça Rocha. licenciada em Humanidades, com pós-graduação em Orientação Educativa- Direção de Turma e Mestrado em Ciências da Educação – Gestão Escolar Intermédia, professora de Português e de Oficina de Teatro. Coordenadora do Projeto Palco e do Jornal da Escola. Gosta de ler, de conversar, de viajar e de descobrir o mundo…

A Graça vai ser responsável pelo artigo (In)certezas.

Fixem o José Rodrigues, 49 anos, de Viseu. Formação superior na área da gestão e carreira como consultor empresarial e formador. Sócio fundador da Visar Consultores, onde desenvolve toda a sua actividade profissional, em especial na área dos seguros. Autor do livro de memórias “Boas memórias de um mau estudante ” e dos romances “O Rio de Esmeralda”, “Voltar a Ti” e o mais recente “O Tempo nos teus olhos”, com a chancela Coolbooks, da Porto Editora. A família e os amigos, o karaté, a natação e o futebol veterano complementam o enorme gosto pela escrita.

O José vai ser responsável pelo artigo R(e)visão.

E fixem o vosso já conhecido Rui Sousa, que será responsável pelos artigo sede cinema e Tv, com o nome de Ima(r)gens.

Fixem esta imagem, ela é a Marca dos vossos Dias, do Vosso Lazer, do Vosso Prazer.

Uma Nova Era começa Agora, a Era do Et(h)er, a Era do Eq(u)ilibrio…
Be Et(h)er, Be T(h)ere.
Bem vindo a esta Nova Era.