Categoriespartículas de cinema

A Terra é plana

Pois é, não sabiam? A Terra, o nosso planeta, é plana e não em forma de esfera como nos tem sido dado a entender pelos supostos cientistas e livros de escola.

Acreditem ou não, em pleno século XXI, na América (where else ?) existe um grupo de pessoas, auto apelidadas de “terraplanistas” que fazem parte da “Flat Earth Society” (Sociedade da Terra Plana, em tradução livre).

Diz este grupo de iluminados que andamos a ser enganados (até rimou) pela NASA, que na verdade são apenas agentes secretos do Governo para nos vender essa ilusão.

Fotos tiradas no Espaço? É tudo mentira num qualquer estúdio de Hollywood (que na verdade também são agentes governamentais).Nem o agente Fox Mulder, da série “Ficheiros Secretos” conseguiria inventar uma teoria da conspiração melhor que esta.

No documentário da Netflix, “Behind the curve”, ficamos a conhecer vários “génios” que partilham todos esta opinião.Ideal para uma boa dose de gargalhadas à qual podemos acrescentar outra de espanto e pena, esta “sociedade” explica a sua própria teoria (e verdade) segundo a qual, nós todos vivemos num disco que nas bordas tem uma gigantesca parede de gelo, protegido por uma cúpula.

Para quem tiver dificuldade em visualizar este conceito, eles têm modelos 3D para “ver para crer”.

O Sol e a Lua giram neste sistema, separados 180 graus um do outro. Por isso no lado onde está o Sol é de dia, e do outro é de noite, Esqueci-me de referir… a Terra não gira, senão sentiríamos toda essa aceleração.

Pois vejam bem… Se estamos num globo, porque é que a água do mar não cai?? Gravidade? Isso não existe. Não se esqueçam que vivemos num disco.

Se julgam que não poderia haver mais diversão, calma que ainda há mais.Estas pessoas não se ficam pela teoria. E através de experiências cientificas pretendem demonstrar que estão certos.

Apesar dos previsíveis resultados demonstrarem que tudo o que acreditam é mentira, eles tentam mesmo assim arranjar explicações para tentar adaptar isso à sua realidade e “provarem” que apesar da conclusão não ser o que pretendias, há motivos para isso acontecer.

É mesmo “ver para crer”, como em 2019 ainda existem pessoas que vivem na idade média.

Um bom documentário que nos entretém e surpreende.

Eles existem.

RMS

Categoriespartículas dos dias

1 ano… 1 Marca.

E chegou o dia. Escrevo já a 23 de fevereiro, mas ontem, dia 22 fez um ano que este projecto arrancou. Aprendemos muito durante este ano. Não foi fácil, confessamos, encontrar rotinas para dar a dinâmica necessária e desejada a este projecto, mas fomos conseguindo trazer uma nova ideia de site cultural, percebendo melhor o que podemos melhorar e responder melhor às necessidades dos nossos seguidores.

Tivemos podcasts com escritores de renome e que pertencem a uma nova vaga, criámos um podcast continuo (que vai se manter) sobre estado de espírito, mudamos radicalmente de site e estrutura…preparem-se que haverá novidades também sobre esta parte…procuramos novos colaboradores…bem, tivemos muitos desafios. Alguns foram ganhos, outros…não os perdemos, aprendemos com eles. E isso tem sido fantástico.

E após um ano, temos uma enorme novidade a dar.

Ether live, since 71… é neste momento já uma Marca Registada. Isso mesmo. Uma Marca para ficar e deixar-se estar como parte dos vossos dias.

Iremos trazer por isso mesmo, novidades bem frescas ainda na próxima semana. Não percam e marquem na agenda desde já… 1 de Março…o Ether vai crescer.

1 de Março. Vamos a isso.

Grato desde já a todos. Por tudo e pelo que há-de vir.

Categoriespartículas de cinema

Como enganar toda a gente

Podia ser o título deste documentário na Netflix Portugal, mas na verdade chama-se “Fyre, o festival que nunca aconteceu”.Só mesmo ver para crer.

Em pleno século XXI, na era da informação digital, um homem consegue enganar milhares de pessoas com o “apoio” de celebridades.

Uma ilha paradisíaca, paisagens deslumbrantes, luxo, sol, calor, praia e música… Muita música.Estes eram alguns dos pontos de venda para um grandioso festival de música numa ilha que em tempos pertenceu ao barão da droga, Pablo Escobar.

Através da internet, principalmente de redes sociais, instagramers, youtubers, etc, foi espalhada a palavra para este acontecimento musical épico.

Este documentário espelha bem o efeito “bola de neve”, em que uma ideia que começa pequena, vai tomando proporções gigantescas até ficar fora de controlo.

O elevado preço dos bilhetes para este(s) concerto(s) não foi impeditivo para que estes se vendessem que nem pãezinhos quentes. O preço incluiria acomodações luxuosas entre outros atrativos. O cartaz foi composto por nomes, mais ou menos sonantes, alguns sem estarem confirmados.

Isto encaixa na categoria de “ver para crer”. O principal organizador deste evento, bem podia pertencer a alguma seita, tal não é a lábia dele para promover isto tudo e convencer os outros a alinhar nas suas ideias megalómanas. 

Do início da ideia, passando pelos vários obstáculos até ao desastre final podemos acompanhar tudo o que foi tornado público, bem como o que se realmente passava nos bastidores. E no fim irão perguntar-se… Como foi possível isto acontecer?

A não perder para quem quiser variar da ficção e ver uma realidade que nem os melhores argumentistas poderiam escrever.

RMS

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Dirty John

Depois da excelente série da Netflix Portugal, “You” (“Tu”, em português), venho hoje recomendar mais uma grande história na onda das “pessoas que não são o que parecem”.E esta pessoa é John Meehan, interpretado brilhantemente pelo actor Eric Bana.

No mundo dos encontros pela internet, e depois de várias tentativas fracassadas de encontrar “o tal”, Debra Newell, interpretada por Connie Britton, conhece John, um homem simpático, inteligente, bom conversador, ouvinte atento… enfim, com as condições para ser “aquele” que Debra procura.

Nós espectadores, somos levados a partilhar a mesma opinião. Porém, como iremos descobrir ao longo da série, John não é bem o que aparenta, e pouco a pouco vamos conhecendo os seus segredos que revelam uma outra personalidade.Irão estas descobertas revelar John como ele realmente é, ou haverá mais qualquer coisa por detrás disto tudo?

Esta série tem na minha opinião, em comum com a já referida “You”, o mundo das redes sociais e do facilitismo dos encontros “às cegas” com personalidades que não são exactamente o que aparentam ser.Uma história sinistra, baseada em factos reais relatados pelo jornal “Los Angeles Times”, que vos irá agarrar ao écran, certamente. Ideal para quem gosta de “suspense” e thrillers com ritmo e em que temos sempre coisas a acontecer a cada episódio.

RMS